04/04/2011

EMAE consegue reduzir em 30% o valor das obras no rio Pinheiros

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) conseguiu derrubar em 30% o valor a ser pago pelas obras de desassoreamento da calha do
Rio Pinheiros. Orçado inicialmente em R$ 103 milhões, o projeto foi licitado via pregão eletrônico e, por isso, o custo final caiu para de R$ 71,8 
milhões. A economia feita, de cerca de R$ 30 milhões, é suficiente para aquisição de uma nova bomba anti-enchente para as usinas elevatórias de 
Pedreira e Traição.

As obras, que fazem parte de um programa para aumentar a confiabilidade e a disponibilidade do sistema de controle de cheias do rio Pinheiros, 
devem começar em maio. A previsão é que sejam retirados mais de 1,5 milhão de metros cúbicos de detritos do leito. Além da adequação da calha 
do rio por meio do desassoreamento, também serão instaladas novas bombas nas usinas elevatórias de Traição e Pedreira.

O sistema hidráulico formado pelos rios Pinheiros e Tietê, e pelos Reservatórios Guarapiranga, Pirapora, Billings e Pedras foi concebido no inicio do 
século passado, com o objetivo de aproveitar as águas da Bacia do Alto Tietê para geração de energia elétrica. Esse sistema trouxe outros 
benefícios à Região Metropolitana de São Paulo, como o controle de cheias da bacia. Além do desassoreamento, a EMAE continuamente retira o 
lixo que afluí às usinas Elevatórias de Traição e Pedreira, sobretudo durante os eventos de chuva. Em 2010, foram retiradas 1.512 toneladas 
(3.780 m3) de lixo nessas usinas.

Da assessoria de imprensa EMAE