30/01/2012

Governador Alckmin e secretário José Aníbal vistoriam obras de desassoreamento no rio Pinheiros

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o secretário estadual de Energia, José Aníbal, vistoriaram nesta segunda, dia 30, os serviços de desassoreamento no rio Pinheiros.

A Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), vinculada à Secretaria de Energia, investiu no desassoreamento do rio Pinheiros R$ 71,8 milhões. Já foram retirados 450 mil m³ de material assoreado e a previsão é retirar 1,5 milhão m³ de sedimentos até 2013.

“São Paulo conseguiu um avanço notável na prevenção à possibilidade de cheia. Se não houver um episódio muito fora do padrão, ao longo dos próximos dois meses, dificilmente teremos cheia nos rios Tietê e Pinheiros. É uma vitória”, afirmou o secretário de Energia José Aníbal.

Também foram retirados outros 468 mil m³ de sedimentos das caixas de bota-fora pertencentes à Emae ao longo do rio Pinheiros, disponibilizando espaço para novos sedimentos.

Nos serviços de desassoreamento estão sendo empregadas quatro dragas de sucção e recalque, quatro barcaças, plataformas flutuantes com escavadeiras, cerca de 90 caminhões, além de escavadeiras, pás carregadeiras e veículos de apoio.

“Passado um ano nós viemos prestar contas. Os anúncios de intervenção nos rios Pinheiros e Tietê foram feitos em janeiro do ano passado pelo governador”, disse José Aníbal.

Eclusa – além de vistoriar as obras de desassoreamento do rio Pinheiros, o governador Geraldo Alckmin e o secretário José Aníbal acionaram o dispositivo que possibilita o funcionamento da eclusa do rio Tietê, localizada na altura do Cebolão. A pedido do DAEE, a Emae investiu R$ 10 milhões na recuperação dos equipamentos cuja reforma foi iniciada em 2009. A eclusa permite a navegação pelo rio num trecho de 40 km, entre a barragem de Edgard Souza, em Santana do Parnaíba, e a barragem da Penha, na zona oeste da capital. “A eclusa é uma alternativa de transporte para levar os sedimentos retirados do rio Tietê por barcaça até a lagoa de Carapicuíba”, afirmou José Aníbal.