26/12/2013

Secretaria de Energia assina protocolo para gerar energia fotovoltaica no Parque Cândido Portinari

A Secretaria de Energia assinou, nesta quinta-feira, dia 26, um protocolo que prevê a instalação de uma usina fotovoltaica no Parque Cândido Portinari. O documento foi assinado também pela Secretaria de Meio Ambiente e pela Companhia Energética de São Paulo (CESP) durante a inauguração do parque, evento que contou com a participação do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas. A Secretaria de Energia foi representada pelo subsecretário de Energias Renováveis, Milton Flávio.

Esta será a primeira estação de geração de energia solar da cidade de São Paulo e contará com investimentos de R$ 13,3 milhões, orçamento já aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As placas de captação de energia solar serão instaladas de forma a criar um estacionamento coberto para cerca de 280 carros no Parque Villa Lobos, adjacente ao Cândido Portinari.

A capacidade da usina será de 723 kWp. A produção esperada é de 50.000 kWh por mês, suficiente para atendimento de cerca de 350 famílias através da rede de distribuição da Eletropaulo, além de 40 pontos de iluminação no Parque Villa Lobos. “É um projeto único no mundo, com uma estação de geração solar sendo construída em um espaço público, o que vai ajudar no aprendizado e conscientização da população que frequenta o parque sobre os benefícios das energias renováveis e limpas”,  afirmou o subsecretário Milton Flávio, durante a inauguração.

A Secretaria de Energia é uma incentivadora da energia fotovoltaica. O Estado de São Paulo possui seis projetos de energia fotovoltaica em funcionamento, totalizando 1.102,12 kW, o que representa 40% da capacidade instalada no Brasil.  Em 2013, a secretaria executou o “Levantamento do Potencial da Energia Solar Paulista”, que revelou que o potencial de energia solar em São Paulo é de 9.100 MWp, o equivalente a geração de 12 milhões MWh/ano, suficiente para abastecer 4,6 milhões de residências, ou seja, 30% do consumo residencial do Estado.

O Estado de São Paulo tem condições de abrigar, em todo o seu território, grandes empreendimentos de geração fotovoltaica. A expectativa é de geração de 55 mil empregos, dos quais 52% serão na instalação, 24% na produção e 18% nas vendas e distribuição.