12/03/2014

José Aníbal integra reunião da Frente Parlamentar em Apoio a Exploração do Gás Natural no Estado de São Paulo

Reunião da Frente Parlamentar em Apoio a Exploração do Gás Natural no Estado de São Paulo, realizada na Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (12), discutiu a cogeração e geração distribuída na matriz energética paulista e contou com a participação do secretário de Energia, José Aníbal e demais especialistas do setor, a convite do coordenador da Frente, o deputado estadual Orlando Morando.

São Paulo é o maior consumidor de gás do país, com mais de 1/3 do consumo nacional. Para um pleno desenvolvimento desse mercado no Estado é essencial à ampliação da competitividade, que depende fundamentalmente de preços de suprimentos competitivos e volumes de oferta compatíveis as demandas.

A ampliação das alternativas de suprimento representa um importante fator de redução do preço do energético e traz ganhos ao setor, exemplos disso são a geração de gás a partir da vinhaça, subproduto da cana-de-açúcar, abundante no Estado e a concessão de 05 blocos exploratórios onshore em território paulista – com 11.000 km², abrangendo 40 municípios na região do pontal do Paranapanema na bacia do Paraná, com a finalidade de exploração e produção de gás convencional e/ou não convencional por 05 anos.

Também foi criado o Programa Paulista do Biogás, em dezembro de 2012, que estabelece a adição de um percentual mínimo de biometano ao gás canalizado comercializado em São Paulo e também foi aprovada pelo governo a isonomia da base de cálculo do ICMS entre gás natural, biogás e biometano em 12%.

Seguindo as metas traçadas pelo Plano Paulista de Energia, o mercado de gás natural em São Paulo busca desenvolvimento e aumento da eficiência energética, através da cogeração e climatização a gás natural e ao seu uso como matéria-prima. “A cogeração através do gás é amplamente defensável, temos a expectativa de, em curto prazo, reduzir a tarifa do gás para cogeração, o que por si só já é um grande estímulo e impacta na produtividade e competitividade do Estado”, afirmou Aníbal.