25/11/2014

Secretário de Energia participa de reunião do CONDESB

Na Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista (CONDESB), ocorrida nesta terça-feira (25), em Santos, o Secretário de Energia de São Paulo, Marco Antônio Mroz, participou da abertura dos trabalhos, apresentando as potencialidades da indústria de petróleo e gás no estado.

O Conselho é formado por representantes das prefeituras dos nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista, e do Governo do Estado indicados dentre as secretarias que atuam na região.

A pauta desta 181ª reunião discutiu o projeto regional “Revela Costa Mata Atlântica”; o desmembramento da Câmara Temática de Saúde e de Políticas Públicas sobre Drogas em Saúde e Políticas Públicas sobre Drogas. Acrescentou o Comitê de Bacias Hidrográficas da Baixada Santista – CBHBS no Grupo de Planejamento Regional do CONDESB e outras ações e diretrizes do Grupo de Planejamento Regional. Também foram discutidos outros assuntos de interesse regional.

Em sua apresentação o Secretário de Energia, Marco Antônio Mroz, falou sobre os investimentos da Petrobras e das empresas atuantes na cadeia de E&P no litoral paulista para o período 2014/2018 da ordem de U$ 8,5 bilhões, e as perspectivas de geração de empregos até 2025 que, durante a implantação de diversos projetos na área será de 130 mil diretos e, na operação 71 mil diretos e 120 mil indiretos. Apresentou um monitoramento da evolução socioeconômica provocada pelo petróleo e gás natural na Baixada e os efeitos dos investimentos no estado de SP: “Para cada bilhão de reais investidos em sistemas de exploração e produção gera R$ 420 milhões em produção, R$ 166,3 milhões em valor adicionado e R$ 8.926 bilhões em pessoal. Tudo isso é muito representativo para a economia do nosso estado”, disse Mroz.

Além disso, Mroz destacou a participação da região no valor adicionado da indústria extrativa estadual, com ampliação de 2,9% em 2002 para 20,2% em 2011 e que, no mesmo período, o peso da indústria extrativa regional passou de 0,2% para 6,6%. Citou a criação de indicadores de desempenho econômico trimestrais pela Fundação Seade para monitorar o crescimento da indústria de P&G e a evolução da atividade econômica da Baixada Santista, apontando que a região tem crescido mais do que a média do estado de São Paulo. Grande parte deste crescimento deve-se ao aumento da exploração de P&G.

Elencou ainda ações do Governo do Estado, tanto nos financiamentos da Agência de Desenvolvimento Paulista – DESENVOLVE SP para aquisição de máquinas e equipamentos, inclusive capital de giro, com prazos compatíveis e juros subsidiados para o setor; como sobre políticas públicas de fomento à pesquisa e inovação em petróleo e gás, através da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

E para finalizar, apresentou ao Conselho a Rota 4, investimentos privados de R$ 7 bilhões para o escoamento de 15 milhões de metros cúbicos adicionais de gás natural para distribuição no estado de São Paulo. Falou dos projetos de reforços elétricos compostos pela nova Subestação Conego Domenico Rangoni e nova linha de transmissão com 27 Km para servir ao Guarujá e Bertioga, e também a nova Subestação Pedro Taques e a nova linha de transmissão com 22Km para servir aos municípios de Praia Grande, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Registro.