24/11/2015

Subsecretário de Mineração participa da posse da nova diretoria da Câmara Setorial de Cimento e Mineração da Abimaq

 

O subsecretário de Mineração da Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, José Jaime Sznelwar, participou no último dia 19 de novembro da posse da nova diretoria da Câmara Setorial de Cimento e Mineração da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

“Uma câmara setorial que debata os desafios do setor da mineração é fundamental não só para o Estado de São Paulo como para o Brasil. A Abimaq, com a importância que tem para a economia, poderá contribuir fortemente para os avanços dessa cadeia”, afirmou Sznelwar.

Na reunião foram apresentados dados conjunturais de 2015, guia de compras da Câmara que está sendo preparado, tabela de metas, pesquisa setorial, relatórios de conselhos temáticos e relatos da presidência e gerência da CSCM.

Sobre a CSCM

As Câmaras Setoriais são formadas por grupos de fabricantes  nacionais associados à ABIMAQ, nas quais as empresas têm oportunidade de conhecer e  participar  ativamente das ações promovidas  pela  ABIMAQ. Seu trabalho é estratégico para a difusão de novas ideias e conceitos.

O papel das Câmaras Setoriais é o de aproximar seus integrantes, seja por suas afinidades ou por seus propósitos e objetivos.  Levar a seus membros não só a discussão e a  busca de soluções  para  problemas  em  comum,  mas principalmente  a  busca  de  oportunidades para novos negócios,  de mercado ou de desenvolvimento  tecnológico.

A Câmara Setorial de Cimento e Mineração atua no fomento de negócios para equipamentos do segmento.

Mineração em São Paulo

São Paulo é o terceiro maior produtor de bens minerais do país e o maior consumidor de insumos da cadeia da construção civil.  É também o maior produtor de equipamentos e insumos para a indústria mineral. Movimentou US$ 1 bilhão em 2014, empregando mais de 200 mil trabalhadores.

O Estado possui mais de 2.800 minas em operação, com 95% de produção em areia, brita, calcário e argila. Só a região Metropolitana de São Paulo recebe, diariamente, mais de 4.500 carretas de brita. Diferentemente de outros estados, predominantemente exportadores, São Paulo é o destinatário final destes insumos, gerando riqueza e renda local.