20/07/2016

FNO também poderá financiar projetos de energia renovável

Decisão faz com que fundos possam financiar até 60% de projetos desse tipo

Foi aprovado na última na última segunda-feira, 18 de julho, o financiamento a pequenas centrais hidrelétricas, parques eólicos, térmicas a biomassa e centrais fotovoltaicas, através do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte, e o investimento em projetos de infraestrutura urbana, por meio do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia. O aval foi dado durante a 15ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, em Belém (PA). Com a decisão, o FNO passa a financiar até 60% do investimento total de empreendimentos voltados à geração de energia por aproveitamento das fontes de biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, parques eólicos e centrais fotovoltaicas.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, presidiu a reunião do Condel-Sudam e defendeu que a Sudam, os governos estaduais e organizações trabalhem de forma integrada na busca por mais desenvolvimento da Amazônia. De acordo com o superintendente da Sudam, Paulo Roberto Correia da Silva, o órgão administra o Fundo de Desenvolvimento da Amazônia, que disponibilizou recursos de aproximadamente R$ 4 bilhões para financiamentos nos últimos nove anos. O superintendente ressalta que o Ministério da Integração Nacional criou o Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento da Amazônia, com objetivo de ampliar ainda mais esses investimentos.

O Condel é responsável pelo desenvolvimento inter e intra regionais e prioriza a aplicação de políticas públicas voltadas para a promoção da economia e aplicação de incentivos e benefícios fiscais e financeiros. O próximo encontro do Conselho está previsto para o dia 11 de agosto. A reunião realizada em Belém contou com a presença do secretário nacional de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais, Djalma Bezerra Mello; dos vice-governadores do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Pará, Roraima e Tocantins; de representantes do Banco da Amazônia; das Confederações Nacionais da Agricultura, do Comércio, dos Municípios, dos Trabalhadores no Comércio e dos Trabalhadores na Agricultura; e da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso.