18/04/2017

Em um ano, gás natural em Mogi das Cruzes ganha 1,3 mil clientes

Fonte: Portal News

Segundo a Comgás, o número de consumidores, que era de 25.718 em 2015, saltou para 27.071 no ano passado

Mogi das Cruzes ganhou 1.353 consumidores de gás natural em um ano. Dados da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), distribuidora que atende o município, apontam que o número de clientes que era de 25.718 em 2015 saltou para 27.071. O montante inclui tanto as ligações residenciais quanto as comerciais.

Já no Alto Tietê a quantidade de usuários de gás natural encanado obteve um acréscimo de 6,7 mil novos consumidores, o que representa uma elevação de 20% ao longo do mesmo período. Com isso, a autarquia fechou o ano passado com um total de 38,5 mil clientes na região. “Desse total de novos clientes, mais de 70% foram em Suzano e aproximadamente 20% em Mogi”, explicou.

De acordo com a companhia, atualmente, a Comgás conta com pouco mais de 38 mil consumidores do seguimento residencial distribuídos nos municípios de Mogi, Suzano e Ferraz de Vasconcelos.

Já a área comercial, a que mais cresceu no ano passado, ultrapassou a marca de 300 adeptos na região. O setor industrial, por sua vez, responsável por mais de 90% do gás consumido no Alto Tietê, inclui hoje um total de cem indústrias. Essas empresas estão espalhadas pelas cidades de Arujá, Ferraz, Itaquaquecetuba, Mogi, Poá e Suzano.

Segundo a Comgás, um dos motivos que resultaram na ampliação da distribuição do gás natural foram as duas reduções tarifárias estabelecidas no ano passado pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp). “No ano de 2016, a redução de tarifas da Comgás foi bastante significativa. Para o segmento industrial, por exemplo, a redução foi de mais de 25% para o consumo acima de 500 mil metros cúbicos ao mês”.

Outro fator apontado como um dos responsáveis pela nova adesão são os próprios benefícios que o recurso oferece. “Entre as vantagens, está o fato de o gás natural ser muito seguro. Por ser canalizado, elimina a necessidade de estocar cilindros e botijões. Além disso, não há perda residual e o consumidor paga apenas o que consumir”, afirmou.