01/03/2018

Fórum Náutico Paulista promove encontro regional com municípios do Paranapanema para discutir o projeto Angra Doce

Fonte: Secretaria de Energia e Mineração

Reunião acontece dia 15 de março em Timburi

O encontro da Câmara Temática de Turismo Náutico do Fórum Náutico Paulista, que ocorreu nesta quarta-feira, 28 de fevereiro, na Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, definiu para o dia 15 de março uma reunião com os dez prefeitos paulistas da região do Paranapanema para discutir o levantamento do Estudo Mercadológico e de Indicadores Socioeconômicos da Cadeia Náutica de Lazer e Turismo na Região do Angra Doce.

O prefeito de Timburi, Paulo Cezar Minozzi, irá organizar e convocar todos os representantes do executivo da região para o encontro da semana que vem.

A área Angra Doce abrange os municípios de Chavantes, Ourinhos, Canitar, Ipaussu, Timburi, Piraju, Fartura, Bernardino de Campos, Itaporanga e Barão de Antonina, no Estado de São Paulo e as cidades de Ribeirão Claro, Carlópolis, Siqueira Campos, Jacarezinho e Salto do Itararé, no Estado do Paraná.

Para o presidente do Fórum, Marco Antonio Castello Branco, é fundamental que todos os dez municípios paulistas da região possuam o selo do MIT – Município de Interesse Turístico.

“Vamos fazer um levantamento do que está faltando de documentação para cada cidade. Precisamos solucionar rapidamente essas questões para transformar os municípios em MIT e depois criar o circuito turístico de Angra Doce”, disse Castello Branco.

No encontro do dia 15 de março será apresentado o diagnóstico por cidade para ter o selo do MIT e os detalhes do projeto de Angra Doce.

Para o coordenador de Desenvolvimento Regional e Territorial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcelo Machado, o momento é apropriado para essa discussão.

“Temos que aproveitar esse momento oportuno e trabalhar em conjunto para contratar um estudo técnico para região e desenvolver todo o potencial turístico dos municípios”, disse Machado.

Sobre Angra Doce

O Projeto de Lei nº. 3031/2015 busca instituir a região de Angra Doce como Área Especial de Interesse Turístico, composta por municípios dos Estados de São Paulo e Paraná.

A iniciativa visa resguardar a riqueza natural da região e ampliar o potencial de Turismo dos rios e represas que banham os municípios.

O reservatório da Usina Hidrelétrica de Chavantes, localizada no Rio Paranapanema, a três quilômetros da foz do Rio Itararé, ocupa uma área de aproximadamente 400 km2 que deu origem a um grande lago repleto de belezas naturais, o que permitiu aos municípios do seu entorno aproveitar o potencial para desenvolver entretenimento e lazer, com condições de se tornar um importante destino turístico do país.

Sobre o Fórum Náutico Paulista

O fórum tem por finalidade apoiar, coordenar e fomentar as ações voltadas ao desenvolvimento do setor náutico paulista, contribuindo com os diversos segmentos relacionados aos esportes, turismo, indústria, comércio e serviços, no acompanhamento e articulação das ações voltadas para a implementação das atividades do setor.

Além de integrar e aproximar os partícipes com vistas a promover o desenvolvimento e elevar a competitividade das empresas paulistas do setor náutico, promover a participação de instituições públicas e privadas e demais agentes envolvidos no setor náutico do Estado, colaborando para a integração de suas políticas e ações.

Poderá trabalhar em articulação com outros fóruns para o fortalecimento do setor e poderá contar com comissões internas e externas compostas por representantes das entidades representativas do setor.

Possui Câmaras Temáticas que desenvolvem seus trabalhos de forma sistematizada, de caráter temporário e que atuam com a atribuição de coordenar as reuniões e zelar pelo desenvolvimento dos trabalhos.

Sobre o setor náutico

Atualmente, a Região Sudeste possui 40 estaleiros que geram mais de 100 mil empregos diretos e indiretos. Os quatro estados são responsáveis por aproximadamente 50% da produção da frota náutica. Em 2014, o mercado movimentou US$ 700 milhões, importou 204 embarcações e vendeu 6.100 jets.